Para se inspirar

Júnior Alves foi dos 102 kg aos 500 dias consecutivos na corrida!

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Para algumas pessoas, o esporte surge como uma forma de melhorar o condicionamento físico ou buscar novos desafios. Para outras, ele acaba representando um verdadeiro recomeço. Esse foi o caso de Júnior Alves, que encontrou na corrida de rua uma oportunidade de transformar não apenas sua rotina, mas também a forma como enxergava a própria vida.

Sem qualquer histórico esportivo, ele deu os primeiros passos em um momento delicado. O que começou como uma decisão pessoal acabou se transformando em uma jornada marcada por superação, descobertas e objetivos que, até então, pareciam distantes da sua realidade.

Hoje, ao olhar para trás, ele enxerga muito mais do que quilômetros percorridos. Sua trajetória mostra como pequenas escolhas, feitas dia após dia, podem abrir caminho para mudanças capazes de impactar diferentes áreas da vida.

Do fundo do poço aos primeiros 440 metros

No fim de 2023, a rotina de Júnior Alves estava muito distante da realidade que ele vive atualmente. Embora nunca tivesse tido uma relação próxima com o esporte, os desafios enfrentados naquele período iam muito além do sedentarismo. Isso porque um acidente de trabalho desencadeou uma sequência de acontecimentos que impactaram toda a sua vida.

Por causa da gravidade do ocorrido, ele precisou permanecer em repouso durante um longo período. Sem poder manter a rotina de antes, passou a ficar mais tempo em casa e viu sua alimentação perder qualidade. Ao mesmo tempo, também enfrentou dificuldades profissionais, incluindo o desligamento da empresa onde trabalhava.

Pouco a pouco, os problemas foram se acumulando, trazendo inúmeras incertezas relacionadas ao trabalho, às responsabilidades familiares e à dificuldade de enxergar uma saída para aquele momento: “Eu não podia sair muito por causa do acidente, estava sem emprego e não conseguia outro trabalho por causa da situação em que me encontrava. Tudo foi ficando muito pesado. Eu realmente me vi no fundo do poço!“, recorda.

Casado e pai de uma menina pequena na época, ele também carregava a preocupação de continuar sendo o apoio da família em meio às dificuldades. Com o passar dos meses, chegou aos 102 kg e começou a enfrentar a depressão e pensamentos negativos.

Foi justamente nesse momento que encontrou sua principal motivação para seguir em frente. Ao olhar para a filha, percebeu que precisava reagir e buscar uma mudança: “Eu pensei: ‘Eu preciso resolver isso. Não posso ficar assim, porque tenho uma filha pequena que depende de mim’. Hoje eu digo que foi graças a ela que não me entreguei“, afirma.

A virada de chave aconteceu poucos dias antes do início de 2024. No dia 29 de dezembro, data do seu aniversário, Júnior navegava pelas redes sociais quando se deparou com o conteúdo de um influenciador digital que havia acabado de concluir uma meta diária durante um ano inteiro.

A proposta chamou sua atenção imediatamente. Mais do que o resultado final, o que o impressionou foi a consistência necessária para alcançar aquele objetivo: “Eu vi que ele estava terminando um desafio de caminhar 1 km todos os dias durante o ano. Ele falava que 1 km podia parecer pouca coisa, mas que no final do ano se transformava em uma grande conquista. Aquilo me chamou atenção. Pensei: ‘Que incrível seria fazer algo assim. Será que eu consigo?‘”, conta.

A partir dali, surgiu uma provocação pessoal. Se aquele influenciador havia caminhado todos os dias, ele decidiu que tentaria algo diferente. Mesmo sem qualquer experiência na modalidade, estabeleceu uma meta ousada para si mesmo: correr diariamente ao longo de todo o ano de 2024.

No entanto, a decisão não foi recebida com entusiasmo pelas pessoas ao seu redor. Quando compartilhou a ideia com familiares e amigos próximos, ouviu críticas, dúvidas e até mesmo comentários em tom de deboche.

Segundo ele, poucos acreditavam que alguém sedentário conseguiria sustentar um desafio tão ambicioso: “Muita gente ria e falava: ‘Você é sedentário, está acima do peso, não vai conseguir’. Mas eu precisava acreditar em mim. Precisava fazer esse jogo virar!“, lembra.

Assim, no dia 1º de janeiro de 2024, saiu de casa para correr pela primeira vez. A empolgação inicial, porém, logo deu lugar à realidade. Sem preparo físico, ele conseguiu percorrer apenas 440 metros antes de precisar parar.

O esforço foi suficiente para mostrar o tamanho do desafio que tinha pela frente. Ao final daquela primeira tentativa, a sensação era uma mistura de exaustão, surpresa e incerteza: “Eu terminei ofegante, sentindo dor para todo lado por causa do sobrepeso. Naquele momento pensei: ‘Isso é muito mais difícil do que eu imaginava, o que eu fui arrumar para mim?'”, relata.

Apesar das dificuldades, aqueles 440 metros também trouxeram uma importante reflexão. Júnior Alves percebeu que, se quisesse realmente completar o desafio, precisaria encontrar uma forma de não desistir nos primeiros dias, como já havia acontecido com outros projetos ao longo da vida.

Foi então que tomou uma decisão que se tornaria fundamental para a continuidade da jornada. Em vez de guardar o desafio apenas para si, resolveu torná-lo público nas redes sociais: “Eu pensei que, se anunciasse para todo mundo e desistisse depois, sentiria muita vergonha. Eu teria prometido algo e não teria cumprido. Foi assim que comecei a postar todos os dias no Instagram”, explica.

Sem imaginar o que estava por vir, aqueles poucos metros representavam muito mais do que uma distância. Eles marcavam o início de uma jornada que, nos meses seguintes, transformaria sua relação com o esporte, com a saúde e com a própria vida!

A corrida deixou de ser caminho para o emagrecimento e virou paixão

Se o primeiro dia trouxe dúvidas, os meses seguintes foram marcados por desafios ainda maiores. Acostumado a uma vida sedentária, Júnior Alves precisou lidar com dores, cansaço e limitações físicas enquanto tentava manter o compromisso que havia assumido consigo mesmo.

A rotina de correr todos os dias cobrou seu preço. Nos primeiros meses, ele enfrentou dores nos joelhos, na coluna e dificuldades respiratórias provocadas pela falta de condicionamento físico. Além disso, o sobrepeso também trazia outros desconfortos, tornando o processo ainda mais desafiador.

Apesar das dificuldades, havia algo diferente acontecendo. Enquanto o corpo ainda tentava se adaptar à nova rotina, a mente começava a dar sinais de mudança: “Mesmo enfrentando todos aqueles obstáculos físicos, eu percebia que estava mudando. Sentia uma realização muito grande. Tinha dias em que minha respiração melhorava. Em outros eu conseguia correr um pouco mais longe. Quando consegui correr 1 km sem parar pela primeira vez, foi uma sensação incrível“, recorda.

Paralelamente à corrida, ele também promoveu mudanças significativas na alimentação. Sem acompanhamento profissional, decidiu reduzir o consumo de açúcar, adotar períodos de jejum intermitente e controlar a ingestão calórica, fazendo com que os resultados aparecessem rapidamente.

Em apenas quatro meses, o atleta eliminou 36 kg na balança. A transformação física era evidente, mas um episódio específico o fez perceber que precisava buscar equilíbrio. Ao olhar uma fotografia tirada durante um passeio com amigos, ele percebeu que o emagrecimento já havia ultrapassado os limites que considerava saudáveis: “Percebi que estava magro demais. Muito magro mesmo, onde os ossos apareciam. Naquele momento pensei: ‘Tem alguma coisa errada. Estou focando muito em emagrecer, mas não de forma saudável‘”, conta.

Nesse cenário, ele decidiu incluir exercícios de fortalecimento muscular na rotina. Mais do que melhorar a composição corporal, a musculação passou a ser uma aliada importante para prevenir lesões e sustentar os novos desafios que surgiam.

Durante essa fase, porém, a corrida ainda era encarada como uma ferramenta para perder peso. A mudança de perspectiva aconteceu poucos meses depois, graças a um convite feito por um amigo. Ao perceber que Júnior corria diariamente, Wallace o incentivou a participar da sua primeira prova de corrida de rua. Até então, ele sequer conhecia o universo das competições.

A estreia aconteceu na Corrida Farid, em Mariana (MG), cerca de quatro meses após o início da sua jornada esportiva. O ambiente, a energia dos participantes e a experiência de cruzar uma linha de chegada despertaram uma sensação que ele ainda não conhecia: “Quando cheguei ao evento e vi toda aquela movimentação, senti uma adrenalina diferente. Havia muita gente reunida com o mesmo objetivo e aquilo mexeu comigo. Pensei que precisava dar o meu melhor!“, afirma.

O resultado também surpreendeu. Acostumado a correr sem qualquer preocupação com tempo, ele completou os 5 km em um ritmo muito superior ao que imaginava ser capaz de sustentar. Mais importante do que o desempenho esportivo foi a sensação que levou para casa. Pela primeira vez, a corrida deixava de ser apenas uma estratégia para emagrecer e passava a ocupar um espaço muito maior na sua vida.

A empolgação foi tanta que os desafios seguintes surgiram naturalmente. Pouco depois da primeira prova, vieram os primeiros 10 km e, em seguida, os 21 km. Ainda sem treinador, sem assessoria esportiva e guiado apenas pela própria curiosidade, Júnior Alves passou a testar sozinho os próprios limites.

A primeira meia maratona oficial aconteceu na 15ª Meia Maratona Internacional de Belo Horizonte. Cruzar a linha de chegada dos 21 km representou muito mais do que completar uma distância inédita: “A corrida já tinha me conquistado. Ela deixou de ser apenas uma ferramenta para mudar minha vida e se tornou uma paixão!“, relata.

Foi também nesse período que outro desafio entrou em cena. Morador de Ouro Preto, cidade cercada por montanhas e trilhas em Minas Gerais, ele passou a observar de perto o universo das corridas de trilha. Como alguém movido por desafios, ele não demorou para experimentar a modalidade: “Quando comecei a ver pessoas correndo em montanhas, enfrentando chuva, frio e percursos extremamente difíceis, pensei: ‘Isso é incrível. Eu preciso encarar isso também'”, lembra.

A adaptação foi rápida. Em uma das suas primeiras experiências na modalidade, ele conquistou o segundo lugar geral na Corrida Rústica Rodrigo Silva, uma prova de trail run com percurso de 10 km.

Mais do que um resultado expressivo para alguém que havia começado a correr há poucos meses, a conquista mostrou que sua relação com o esporte estava apenas começando. Novos desafios surgiriam em breve, incluindo um dos momentos mais improváveis e arriscados de toda a sua trajetória: percorrer 42 km sem qualquer preparação específica!

Imagem 1 — Atleta Júnior Alves

Moldura contendo dois quadros, com fotos de Júnior Alves participando de provas.

Fonte: Arquivo Pessoal

Dos 42 km sem preparação à chegada da assessoria esportiva

Depois de completar os 21 km pela primeira vez, Júnior Alves sentiu que estava pronto para encarar um desafio ainda maior. O que parecia impossível poucos meses antes passou a ocupar seus pensamentos de forma cada vez mais frequente: correr uma maratona completa.

A oportunidade surgiu por meio de um desafio virtual apresentado por uma amiga. A proposta original era dividir os 42 km entre duas pessoas, mas a ideia não demorou a ganhar outra dimensão na cabeça do atleta. Mesmo sem qualquer preparação específica para a distância, ele decidiu que tentaria completar o percurso sozinho. 

Hoje, ao olhar para trás, reconhece que a decisão foi extremamente arriscada. Na época, porém, o desejo de se desafiar falou mais alto: “Eu não sabia nem o que era um ciclo de preparação para provas. Não tinha experiência, estratégia ou muito menos qualquer tipo de conhecimento técnico. Mesmo assim, decidi fazer”, conta.

Os primeiros quilômetros transcorreram sem grandes dificuldades. No entanto, conforme a distância aumentava, os problemas começaram a aparecer. Ao atingir a marca dos 30 km, ele encontrou pela primeira vez aquilo que muitos corredores conhecem como “o muro da maratona”.

Sem água suficiente, sem carboidratos e enfrentando uma distância inédita, a única alternativa era continuar avançando passo após passo. Como se isso não bastasse, um novo problema surgiu nos quilômetros finais. O único tênis que possuía já acumulava centenas de quilômetros de uso e não suportou o esforço: “Faltando cerca de 7 km para terminar, a espuma do tênis cedeu. Então tomei uma decisão que parece absurda hoje: arranquei o tênis e continuei descalço. Terminei os últimos 7 km na raça!“, relata.

A experiência serviu como uma prova de resistência física e mental. Mas também trouxe uma reflexão importante. Depois de alcançar os 5 km, os 10 km, os 21 km e os 42 km, Júnior Alves percebeu que queria buscar algo diferente. A partir daquele momento, o foco deixou de ser apenas completar distâncias, afinal, ele queria correr mais rápido.

Foi assim que começou a voltar sua atenção para as provas curtas e para a busca por performance. Ainda sem o acompanhamento de um treinador e sem assessoria esportiva, continuou treinando da única forma que conhecia: correndo.

Um dos marcos desse período foi a conquista do primeiro sub-20 nos 5 km, alcançado em uma prova realizada em Belo Horizonte. Entretanto, foi justamente nesse momento que sua trajetória encontrou um novo ponto de virada.

Ao acompanhar a evolução compartilhada nas redes sociais, um treinador entrou em contato para propor uma parceria. O profissional era Lucas Marotta, que viria a se tornar uma das figuras mais importantes da sua caminhada dentro da corrida: “Ele falou: ‘Você é muito doido. Vai acabar se machucando. O que acha de fazermos uma parceria? Eu te ensino como realmente funciona o treinamento de corrida'”, lembra.

Diante disso, a chegada da assessoria representou uma mudança significativa na forma como ele encarava os treinos. Pela primeira vez, passou a entender conceitos como planejamento, periodização de treinos e controle de intensidade. Mais do que correr, ele começou a treinar o esporte!

Com o acompanhamento necessário, os resultados passaram a evoluir de maneira mais consistente. Os treinos ganharam direção, os objetivos ficaram mais claros e a tecnologia também passou a fazer parte da rotina. Nesse processo, a plataforma Treinus se tornou uma aliada importante para a organização dos treinamentos.

Para o atleta, a praticidade oferecida pelo aplicativo facilita o acompanhamento das atividades no dia a dia: “Os treinos ficam organizados por dia e sincronizam diretamente com o relógio. Eu não preciso ficar pensando no que tenho que fazer. Basta abrir o treino e executar!”, explica.

Entre uma lesão e a realização de um sonho! 

A evolução técnica e física de Júnior Alves abriu caminho para um novo objetivo: disputar sua primeira maratona oficial, e a escolhida foi a SP City Marathon em 2025.

Tudo indicava que a experiência seria perfeita, já que os treinos estavam acontecendo conforme o planejado e a preparação seguia dentro do esperado. Porém, faltando apenas duas semanas para a prova, um imprevisto ameaçou colocar tudo a perder.

O corredor sofreu uma lesão na banda iliotibial da perna esquerda e chegou a ter dificuldades até mesmo para caminhar. A preocupação tomou conta nos dias que antecederam a viagem: “Eu estava muito bem preparado e, de repente, não conseguia nem pisar no chão. Entrei em pânico. Pensei: ‘Meu Deus, tenho uma maratona pela frente e não consigo nem andar‘”, recorda.

Mesmo diante das dificuldades, decidiu viajar e viver aquela experiência. O resultado superou todas as expectativas. Sem sentir dores durante a prova, cruzou a linha de chegada da tão sonhada maratona após 3h25min.

Mais do que o tempo conquistado, aquela medalha carregava um significado especial. Representava a primeira viagem de avião da sua vida, a primeira maratona oficial e a confirmação de que o homem que um dia acreditou não conseguir correr 440 metros agora era capaz de percorrer 42 km.

Mas, apesar de todas as conquistas alcançadas até ali, o maior desafio da sua trajetória ainda não havia terminado!

Imagem 2 — Atleta Júnior Alves em competições

Moldura contendo dois quadros, com fotos de Júnior Alves em competições.

Fonte: Arquivo Pessoal

Os 500 dias, as vitórias e um legado construído!

Ao longo da jornada de Júnior Alves, nem todos os dias foram fáceis. Houve períodos de cansaço, dores e situações em que ele pensou em interromper o desafio que havia começado no primeiro dia de 2024.

Nesses momentos, encontrou na família o apoio necessário para continuar: “Tinha dias em que eu pensava: ‘Acho que hoje vou parar’. Mas minha esposa sempre falava: ‘Você já chegou tão longe. Continua!’“, lembra.

O que inicialmente seria um desafio de 365 dias acabou se tornando algo ainda maior. Depois de completar um ano correndo sem interrupções, o atleta decidiu seguir em frente até alcançar uma marca ainda mais expressiva: 500 dias consecutivos de corrida.

Paralelamente ao desafio, os resultados esportivos pessoais continuaram evoluindo. Hoje, ele acumula marcas de 18min44s nos 5 km, 39min nos 10 km, 1h30min na meia maratona e 3h25min na maratona. 

Além disso, alcançou um resultado que durante muito tempo parecia distante: vencer uma prova de corrida. A conquista aconteceu em uma prova de 5 km realizada na sua região, onde cruzou a linha de chegada na primeira colocação geral: “Sempre sonhei com o momento de vencer uma prova. Quando finalmente subi ao lugar mais alto do pódio, senti uma emoção indescritível“, afirma.

Apesar das medalhas, recordes e vitórias conquistadas ao longo do caminho, nenhuma marca possui um significado tão especial quanto os primeiros 440 metros percorridos em janeiro de 2024: “Eu não tenho medalha dessa distância do primeiro dia que comecei. Mas é a distância que mais me emociona. Sem aqueles 440 metros eu não teria conquistado nenhuma outra medalha. Eu costumo dizer que demorei dois meses para correr 5 km, mas demorei 30 anos para correr 440 metros!“, relata.

Hoje, além de todas essas conquistas, Júnior Alves também coleciona algo que considera igualmente valioso: as mensagens de pessoas que encontraram inspiração na sua história. Ao compartilhar sua rotina nas redes sociais, passou a acompanhar relatos de seguidores que começaram a caminhar, correr ou buscar hábitos mais saudáveis motivados pela sua transformação.

E para quem está enfrentando um momento difícil, ele deixa uma mensagem que resume toda a sua trajetória: “Mesmo que pareça impossível, continue. Se você der um passo por dia, vai chegar mais longe do que imagina!“, finaliza.

Sobre o atleta

Atleta Júnior Alves

Júnior Alves, ou simplesmente Jota, é um corredor apaixonado pela corrida de rua e pela superação. Entre a rotina de trabalho, a dedicação à família e os treinos diários, encontrou no esporte uma forma de transformar desafios em propósito. Especialista em longas distâncias, ele acredita que a evolução é construída com disciplina, paciência e amor pelo processo. Compartilhando sua rotina e seus aprendizados, busca inspirar outras pessoas a perceberem que não é preciso ser profissional para viver o esporte de forma intensa. Sua trajetória é marcada pela simplicidade, dedicação e pelo desejo de mostrar que grandes resultados são construídos um treino de cada vez!