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Organize a gestão de assessoria esportiva

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A gestão de assessoria esportiva se feita de forma equilibrada é um dos ingredientes da receita de crescimento qualquer que seja o seu ramo de negócios.

Quando se fala em assessoria esportiva não é diferente. Mas há algumas características típicas das assessorias que podem interferir de forma negativa se não forem tomados os devidos cuidados.

Pagamentos pulverizados, rotatividade de clientes e falta de um gestor financeiro especializado podem colocar o negócio em risco.

No artigo abaixo te ensinaremos, através de depoimentos de assessores a como melhorar a sua gestão de assessoria esportiva. Aproveite!

Na prática

Há cinco anos Patrícia Kojima dirige uma assessoria esportiva que leva o seu nome em Taubaté, interior de São Paulo.

Sem sócios ou professores, ela cuida pessoalmente do treinamento dos atletas e da gestão da assessoria.

Não fosse o uso de uma ferramenta que lhe permite automatizar as planilhas e organizar a gestão financeira, Patrícia já poderia estar em apuros.

“Tenho trabalhado sozinha. Recentemente contratei uma funcionária que me ajuda na parte operacional. Ela ainda está começando e embora venha do atletismo não tem experiência para lidar com o público em geral. Mas em breve já devo iniciá-la na questão do treinamento. A gestão financeira tem suas peculiaridades e dependendo do ponto de vista é fácil ou difícil de tocar. Como a assessoria é minha há sempre o risco de misturar finanças profissionais e pessoais. E isso ocorre invariavelmente. Mas procuro sempre deixar minha conta jurídica para as questões da assessoria. Tudo que entra e sai eu controlo por ali. Como tenho outro serviço, esse rendimento, embora pouco, vai para minha conta de pessoa física. E dessa forma vou controlando os gastos de um e de outro”.

A gestão de assessoria esportiva é sempre uma preocupação.

É algo natural, afinal quem dirige uma assessoria esportiva é profissional de Educação Física e nem todos tem formação em Administração de Empresas ou Economia.

Uma das maiores dificuldades é agrupar o pagamento das mensalidades em um ou dois dias do mês. Quase sempre são pulverizados, como na Assessoria Esportiva Patrícia Kojima.

“Infelizmente isso acontece e aqui já tentei escolher algumas datas específicas para pagamento, mas gerou confusão. Alguém começou no dia 27 e a data mais próxima seria o dia 5, por exemplo. Já tive alunos que se recusaram a pagar o pró-rata na data.

Para não ter prejuízo, acabei optando por deixar a data de início como a data de vencimento, permitindo um atraso de apenas três dias sem cobrança de juros e multa”, resigna-se Patrícia.

Há, segundo Patrícia, prós e contras em se trabalhar desta forma.

Com os pagamentos diluídos ao longo do mês, Patrícia alega não perceber de fato a entrada de capital, mas a vantagem, segundo ela, é que sempre algum dinheiro quando precisa.

“Não é o ideal, mas já faz cinco anos que trabalho assim. Como na assessoria eu realmente não preciso de grandes equipamentos, como uma academia, por exemplo, os gastos maiores foram com tenda, todo material que usamos em dia de provas, como bancos, mesa e estante. A diferença de uma assessoria como a nossa para as grandes assessorias das capitais é que não temos como fornecer tudo ao atleta, o que geraria um custo e mais trabalho e despesas para gerenciar. Optamos por um modelo mais simples de assessoria esportiva. Em dias de provas, por exemplo, os próprios atletas levam comes e bebes para o café na tenda. Dividimos a despesa com transporte, aluguel de van, entre outras coisas. Se eu tivesse que fornecer tudo isso, com certeza precisaria aumentar e bastante o valor da mensalidade e ficaria impraticável junto ao mercado que temos aqui. Meus preços são baseados na concorrência e principalmente na valorização do nosso trabalho”, completa Patrícia.

Utilizando a tecnologia para melhorar a gestão de assessoria esportiva

Já em Salvador, a Tuchê Runners, que surgiu há pouco mais de mês a partir da fusão de duas assessorias esportivas – a Tuchê e a Runners –  a gestão de assessoria esportivafunciona de uma outra forma, também com auxilio de um sistema automatizado especializado em assessorias esportivas. Paulo Tuchê, um dos sócios, prefere centralizar os recebimentos das mensalidades nos dias 5 e 10.

“Contratamos uma empresa de gestão administrativa, para nos dar ajudar nisso. Hoje trabalhamos com preço único e mensal, distribuindo os boletos nos dias 5 e 10.

Em breve vamos incluir os planos de fidelização. Quando o atleta entra no decorrer do mês produzimos um boleto para uma dessas datas com o valor proporcional. Pagamentos pulverizados atrapalham a gestão de assessoria esportiva”, diz Tuchê.

 

Neste post, você viu alguns depoimentos e descobriu como melhorar a administração da sua assessoria. Que tal colocar a mão na massa e melhorar sua gestão de assessoria esportiva? É só clicar no banner abaixo!

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