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Sabe aquele susto em que um atleta, corredor, ou mais frequentemente, um jogador de futebol, interrompe a corrida e leva a mão à coxa? A chamada distensão posterior é a primeira suspeita no diagnóstico.

Causada pela sobrecarga de atividade sem repouso adequado ou por falta de fortalecimento e alongamento muscular, o estiramento ou distensão é comum e pode acometer qualquer grupo muscular.

Situação que, no entanto, é muito mais frequente na região posterior da coxa. Em caso de estiramento, a dor é o primeiro sinal mais forte de acordo com o grau de lesão. O corredor precisa interromper de imediato a atividade e repousar. Não deve tentar alongar ou massagear a região, sob risco de agravar a lesão.

Clinicamente, pode ocorrer edema (inchaço) e também hematomas (manchas roxas), caso de lesão extensa. Um diagnóstico rápido favorece a recuperação, que nos casos mais graves (grau III) varia de três a 12 semanas, caindo 21 dias (grau II), ou até mesmo sem interromper atividades desde que sob tratamento e observação médica.

Em todos os casos, exercícios pliométricos (ciclos de alongamento e encurtamento da musculatura, com acelerações e desacelerações) e atividades funcionais realizadas sem dor servem de parâmetro para a alta. Não precipite pois pode haver recorrência da distensão.

Ricardo Bassani

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