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Cruze a faixa

Cruze a faixa
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© Copyright 2012 CorbisCorporationPor: Ricardo Bassani

Corredores convivem com dores musculares e lesões, por isso também estão acostumados a forçar um pouco de seus limites. A partir daí basta um passo em falso para quebrar, parar de treinar e necessitar de tratamentos inasivos ou químicos.

Um recurso para mudar esse roteiro são as bandagens terapêuticas, auxiliares como suporte preventivo para o esporte, ou no tratamento de lesões e inflamações já diagnosticadas.

As bandagens esportivas agem para tensionar ou aliviar a musculatura e articulações, e indiretamente, até nervos e ligamentos. São indicados para fornecer um suporte funcional em qualquer fase de reabilitação, por suas qualidades posturais, analgésicas, proprioceptivas e linfáticas.

Aplicadas por fisioterapeutas especializados capazes de indicar direção intensidade e pressão, essas bandagens são elásticas e permitem o movimento muscular livre. Podem permanecer de três a quatro dias sem necessidade de trocas, e suporta bem o gelo, a água dos banhos diários e o suor da prática esportiva.

O objetivo é dar conforto, além de incentivar correções posturais e posicionais, favorecendo seu próprio organismo à cura. Para isso as bandagens fixam-se sobre, ou ao redor da lesão, para dar suporte funcional, estabilidade muscular e articular, e auxilio ao fluxo linfático.

“A bandagem tem que dar resultado na hora. Caso contrario está mal indicada ou mal aplicada”, afirma o fisioterapeuta Hélio Nichioka.

Ortopedistas, quiriopráticos, acupunturistas e esportistas japoneses foram os primeiros a usar as bandagens, popularizadas nas Olimpíadas de Pequim com astros do tênis e do futebol, reconhecidas pelo apelo colorido e dos recortes. O uso atinge hoje desde a reabilitação neurológica até fonoaudiologia e pediatria, entre muitas outras, além da prevenção e tratamento para esportistas.