Alimentação

Como a alimentação afeta o desempenho esportivo?

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Alimentação e desempenho são palavras que andam em conjunto na vida do atleta, pois de nada adiantam horas de treino sem fazer refeições corretas e de acordo com a necessidade do corpo, correto? Porém, o que muitos acabam esquecendo é de conciliar uma coisa com a outra, então, para chegar em níveis de alta performance, é necessário juntar o treino a uma alimentação balanceada.

Pode parecer besteira, mas são coisas simples, (e outras mais detalhadas) que grande parte dos atletas acabam deixando de lado, e que acabam interferindo no resultado final. Quer saber o que você pode evitar na rotina diária para ter resultados otimizados com o esporte? Então continue aqui para descobrir!

Alimentação e desempenho: erros comuns que o atleta deve evitar!

Treinar, treinar, treinar… Horas no esporte, muitas calorias gastas e que resultam no pensamento de achar que é possível comer o que quiser. Esse é um dos erros mais comuns que um atleta pode ter na rotina esportiva, pois acham que intensidade é sinônimo de poder comer qualquer coisa. E a gente sabe que o caminho não é esse!

Confira os 7 erros mais comuns que você atleta pode evitar no dia a dia:

Infográfico: Erros na alimentação que afetam o desempenho

1. Esquecer de tomar água

Um ponto importante na vida dos atletas é o consumo da água, pois além de evitar a desidratação, ela repõe grande parte dos minerais que o corpo precisa, ou seja, não se esqueça de tomar água antes, durante e depois dos treinos.

Muitas pessoas, durante a prática esportiva, reclamam da fadiga e garganta seca, então além de controlar a respiração para ter força, tenha sempre consigo uma garrafa d’água. Pode parecer um passo pequeno, mas saiba que terá grandes impactos no seu desempenho esportivo!

2. Exagerar no álcool

Chega o fim de semana e o atleta quer descanso. Normalmente essa folga é relacionada com comer o que quiser e, com isso, além de uma alimentação pesada, muitos exageram no consumo do álcool, o que gera grandes problemas.

Um dos principais fatores é o excesso de álcool, que reduz a capacidade do músculo em captar glicose, logo, o atleta pode ter hipoglicemia (falta de glicose no sangue) e utilizar proteína como fonte de energia, então isso prejudica aqueles que buscam a hipertrofia, por exemplo.

Ou seja, se você quer ganhar massa muscular e for usar seu desempenho de força, evite o excesso de álcool, pois além dos problemas citados, você pode acabar tendo uma retenção de líquido ou aumento de peso em forma de gordura corporal. 

3. Treinar em jejum

Essa é para os corredores de plantão que adoram correr depois de acordarem. Por ser cedo e desejarem disposição ao longo do dia, muitos vão treinar em jejum, mas como a prática não é leve e sim moderada ou intensa, praticar sem energia é um grande perigo!

Isso acontece, pois o estoque de energia nos músculos que estão de reserva não são suficientes para o tempo da prática, então não vai ocorrer um bom desempenho no esporte, mas sim alguns problemas como tontura, desmaio e até mesmo ocasionar alguma lesão. Ou seja, não faça exercício físico em jejum!

4. Comer em excesso 

Um pensamento bastante prejudicial, pois abre possibilidades para consumo de processados ou alimentos altamente calóricos em excesso, é achar que houve gasto de muita energia e poder comer o que quiser após o treino sem que isso afete o corpo, afinal, só estaria repondo o que foi gasto. Isso não está correto.

Para combater a saciedade e não ficar querendo comer em excesso, respeite o pré e pós-treino, pois eles são essenciais para regular energia, minerais e nutrientes no corpo, além de ser importante ter o devido acompanhamento nutricional, pois o que importa é a qualidade do alimento e não a quantidade.

5. Pular refeições

Quando o atleta não tem o devido acompanhamento profissional, dificilmente ele irá seguir um cardápio alimentício correto, então fará grandes intervalos entre as refeições, além de serem poucas. Ou seja, se você pensar que pular refeição e compensar em outro momento é o ideal, está na hora de mudar o pensamento.

Invista na reeducação alimentar e esteja de olho no que come, seja na quantidade e no intervalo das refeições. Não pense que tomar café, almoçar e jantar será o ideal, ainda mais com uma rotina esportiva. Cuide do seu corpo e da qualidade de vida!

6. Não consumir proteína

Além daqueles que evitam carboidratos, existem outros que não consomem proteína no dia a dia, o que é um grande problema. A proteína será responsável por prevenir a perda de  massa magra e vai contribuir para que o corpo tenha a recuperação de fibras musculares, o que auxilia no desempenho e no tempo de descanso do atleta.

Sendo assim, busque, na medida do possível, consumir proteínas. E lembre-se de que esse nutriente não está disponível apenas em carnes como frango, peixes e afins. Existem alimentos naturais que irão entregar as necessidades que muitos acham que só estão disponíveis na carne.

7. Exagerar na suplementação

Por fim, muitos atletas acham que vão compensar toda refeição na suplementação, mas isso pode ser um perigo para a saúde do corpo. Os suplementos, sejam proteicos, vitamínicos, entre outros, precisam de um acompanhamento regrado, além de averiguar se há de fato a necessidade de seu uso, pois muitos atletas não têm alguma carência alimentar.

Sendo assim, cuidado na suplementação e utilize apenas aquilo que for necessário na sua dieta!

Equilíbrio sempre é bem-vindo

Viu só como alimentação e desempenho andam em conjunto e são necessários para a alta performance? Espero que consiga cuidar melhor da saúde do corpo e evitar pequenos problemas que muitas vezes acabam passando despercebidos.

Espero que tenham gostado do conteúdo. E, claro, não se esqueçam de compartilhar o artigo nas redes sociais!

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